|
| |
|
Dores de cabeça acompanhadas de vômitos, náuseas, pele e olhos amarelados e sangramentos são alguns dos sintomas da febre amarela. Um dos mosquitos transmissores da febre é o Aedes Aegypti, o causador, também, da dengue. E é o flavivírus, o causador da febre amarela. Eles são comuns na África, América Central e América do Sul.
Os maiores locais de epidemias são nos países africanos, mais precisamente na zona central do continente. No Brasil, a febre ataca todas as regiões, entretanto, mais fortemente nas áreas silvestres. Se um mosquito atinge um macaco e, logo depois um ser humano, a doença será transmitida com certeza. Outra forma, é por meio da picada de um desses mosquitos: aedes aegypti, nas áreas urbanas e haemagogus, nas zonas silvestres.
A vacina contra a febre amarela é eficaz e tem a validade de dez anos. Ela é disponibilizada gratuitamente nos postos de saúde. O Ministério da Saúde costuma dar orientações para os viajantes daqui e, principalmente, dos que vêm do exterior.
O Brasil recomenda a vacinação aos que se destinam às zonas de mata. Alguns países da América do Sul e da África, cobram um certificado, chamado de Certificado de Vacinação – CIV, da cor amarela.
Para quem viaja rumo à África ou alguns países da América do Sul, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, disponibiliza, nos guichês encontrados em aeroportos, portos, passagens de fronteiras ou nas Sedes da Coordenação, a troca do cartão CIV. Apenas o portador do cartão é que pode solicitar a troca do mesmo e deve estar portando o documento oficial com fotografia: Carteira de Identidade, Passaporte ou Cédula Profissional (OAB, CRM, CREA e etc.). Os menores de idade devem apresentar, caso não tenham a carteira de identidade, a Certidão de Nascimento.
A febre amarela apresenta sintomas muito semelhantes aos da gripe. No entanto, se tratar em casa, sem ao menos ir ao médico, é uma escolha que pode acarretar em morte, caso seja a febre. Por isso, de acordo com o Ministério da Saúde, alguns sintomas mais comuns da doença são: febre alta e calafrios, mal-estar, vômitos, dores no corpo, peles e olhos com icterícia (amarelados), sangramentos (gengiva, estômago, nariz, etc.), fezes mais escurecidas e diminuição da urina.
Uma das dicas que o Ministério da Saúde disponibiliza é: se o indivíduo observar que há, no respectivo local onde ele esteve, a presença de primatas não humanos mortos ou doentes, deve contatar a autoridade de saúde mais próxima, pois as pessoas não imunizadas podem adquirir a doença.
A febre amarela é muito perigosa, uma vez que não existem tratamentos específicos dessa doença. Há formas de prevenir, que são bem eficazes e de longa duração. O Ministério adverte que devem ser tomados os mesmos cuidados que se têm em relação à dengue. O melhor a fazer é, no caso da manifestação dos sintomas, ir ao médico e informá-lo sobre o caso. E sempre lembrar de dizer se viajou, ou não, antes de sentir alterações.
|
|
|
|